Talvez o povo africano tenha sido um dos últimos a receber a evangelização cristã, porém a Igreja Católica tem os seus homenageados. Um deles é Carlos Lwanga, considerado hoje o padroeiro da juventude africana.
Lwanga chegou a batizar dezenas de pessoas, que pouco tempo depois foram encarcerados para depois serem mortos com requintes de crueldade.
Lwanga morreu queimado em 03/06/1886, juntamente com outras 21 pessoas, que mais tarde, em 1920, foram beatificados.